Aos Materialistas
•Julho 18, 2008 • Nenhum ComentárioÉ..
•Julho 18, 2008 • Nenhum Comentário
No dia em que eu me amar de verdade , eu vou me respeitar diante de seus olhares, onde misturou-se o desamor e a falta de caráter , o desamor e a falta de humildade, que muitos esperam encontrar no final de suas vidas.
No dia que eu me amar de verdade, porque ainda não aprendi a me amar, porque só doei amor e esqueci de perguntar como é o amor que se recebe, não tive tempo de saber como é, esse amor de recebimento, eu vou ser uma pessoa feliz, e … tenham certeza que nunca mais os dirigirei a palavra afetiva, porque isso dei a vida toda, e vou pensar em mim…..
E para vocês eu vou deixar o meu muito obrigada, por tudo que não me deram, por tudo que me fizeram sofrer, por todo amor negado, mas se eu me amar de verdade, não vou chorar, não vou sofrer, porque nesse dia acreditem que renasci para vida.
Lágrimas de diamante
•Julho 12, 2008 • Nenhum Comentário
Não se preocupe mais
Com minha imperfeição
Não se pergunte mais
Porque me disse não
Se eu não procuro agora
O que encontramos antes
É só porque a noite chora
Lágrimas de diamantes
Lágrimas de diamantes
À noite, lágrimas de diamantes
De dia lágrimas, à noite amantes
Lágrimas de diamantes
(Paulinho Moska)
Saudade
•Julho 1, 2008 • Nenhum Comentário
“Saudade é uma espécie de lembrança nostálgica, lembrança carinhosa de um bem especial que está ausente, acompanhado de um desejo de revê-lo ou possuí-lo.”
Esse é um tipo de definição para esse sentimento. Mas e quando isso se torna algo maior? Qual definição pode-se dar a algo que faz com que não possamos mais viver?
Dor, tristeza, falta, solidão… Tudo isso acaba sendo envolvido dentro de um sentimento que não pode ser descrito em palavras…A dor no entanto acaba se tornando um tipo de alimento a um amor que já supera todos o que já conheci e, apesar dela ser quase que insuportável, me faz cada dia mais forte para que cada reencontro seja uma nova vida que experimento novamente.
A saudade se tranforma em agradecimento.
Obrigado por existir e por fazer essa imensa falta.Amo você…
Da revolta
•Junho 26, 2008 • 1 Comentário
Não se conhece um único ser humano que consiga viver com dignidade apenas usufruindo do fruto de seu trabalho. Os ditados populares são implacáveis: “quem trabalha não tem tempo para ganhar dinheiro”.
From Hell ! I decided the course of my life!
God is good…
Você e Eu
•Junho 23, 2008 • 1 ComentárioPodem me chamar
E me pedir e me rogar
E podem mesmo falar mal
Ficar de mal que não faz mal
Podem preparar
Milhões de festas ao luar
Que eu não vou ir
Melhor nem pedir
Eu não vou ir, não quero ir
E também podem me obrigar
Até sorrir, até chorar
e podem mesmo imaginar
O que melhor lhes parecer
Podem espalhar
Que eu estou cansado de viver
E que é uma pena
Para quem me conheceu
Eu sou mais você
E… eu(Vinícius de Moraes) …PS: Saudades…
Reflexo
•Junho 15, 2008 • Nenhum ComentárioEm um certo momento ele viu que precisava mudar,observou que alguem ali precisava sair de cena.
Se olhou,se retraiu,se escondeu,ficou em silencio…estatico em frente ao espelho,deu um pause no mundo e falou consigo mesmo.
Pensou no telefone que já não tocava com tanta insistencia,nos amigos que já não via com tanta frequencia,nas ideias tão mais complexas,nos momentos que foi e não deveria e nos que não foi e que tanto queria ter sido.Viu cada mudança de ideia,viu a esperança morrer e renascer como uma fenix.Se viu apaupando o escuro e encontrando a luz em si.Assistiu seus maiores problemas se tornarem as maiores comedias.
Descobriu em si a possibilidade de mudar,construir e se reformar.
Se viu como boneco palhaço,menino triste,criança feliz,viu no espelho ser refletidas todas as imagens q já havia sido.
Brigou com o mundo,e se viu como parte dele,riu e chorou.
Viu grandes mudanças ali,olhou mais uma vez aquele espelho que contia toda sua historia sorriu e disse: -”Finalmente estou sendo o que sempre quis”.
Jules Laforgue
•Junho 14, 2008 • Nenhum Comentário
(Franz Kafka) sobre Jim Morrison
•Maio 27, 2008 • Nenhum ComentárioO ponto ao qual Kafka se referia foi alcançado por Jim naquela noite. Metamorfoseou-se em um monstro que mesmo assim continuava a ser fascinante. Mas o que realmente o levou a se precipitar no abismo naquela noite? Decerto, a energia extra com o qual nascera ou seus próprios demônios interiores. O Dinner key auditorium estava superlotado. Eram 8 e 15 da noite e Jim não chegara na hora prevista. Robbie (o guitarrista) comentou: “será que podemos
entrar sem ele?” “de modo algum” eu disse.
Após meia-hora de tensão ele chegou. Não olhei para trás mas senti que alguém com uma vibração completamente estranha havia chegado. Percebi literalmente o caos se aproximar. O que todos chamam de carisma eu denomino de psicose! Não o encarei frontalmente, pois tinha medo daquela sinistra figura. Entramos no palco, Jim estava completamente embriagado. Começamos com Back Door Man e então Jim parou a música no meio e começou a vociferar:

“Vocês não passam de uns fodidos! Vocês vão atrás de tudo que lhes mandam, deixam ser comandados. Na verdade, gostam disso não? Acredito até que talvez apreciem enfiar a cara na merda… não passam de um bando de escravos. E o que pensam para fazer mudar tudo isso? Não estou falando em revolução. Não estou querendo fazer nenhum tipo de demonstração. Apenas falo na possibilidade de nos divertirmos. Falo sobre dançarmos, sobre fazer amor. Isso, agarre seu amigo e faça amor! Vamos! Sim! O que vocês estão fazendo? Querem ouvir música não? Não, não é isso o que vocês querem. Então está certo. Quero ver muita ação aqui. Não existem regras ou limites! Vamos lá!” Neste preciso instante o palco começou a ser invadido por uma multidão. As pessoas formavam um círculo e dançavam feericamente. Um policial e Jim trocaram os chapéus. Decidi abandonar o palco o mais rápido possível. Um segurança levou Jim para fora do palco, já completamente invadido e destruído pela multidão enlouquecida…


